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outubro 12, 2009

As matérias publicadas  foram produzidas pelos alunos-repórteres do Primal Times durante exercício feito antes de começarem as simulações, como um primeiro contato com o trabalho jornalístico.

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“NÃO HÁ IMPASSE ENTRE O GOVERNO BRASILEIRO E O GOVERNO DE IMPOSTO EM HONDURAS” DIZ MINISTRO CELSO AMORIM

outubro 12, 2009

O Ministro das Relações Exteriores Celso Amorim esteve em Belo Horizonte na última sexta, dia 9, para participar da cerimônia de abertura do MINI-ONU (Modelo Intercolegial da Organização das Nações Unidas da PUC-Minas) e concedeu uma entrevista exclusiva à equipe de reportagem do PRIMAL TIMES. Em relação ao caso recentemente ocorrido em Honduras, o Ministro disse que não há impasse algum com o Governo imposto em Honduras e o Governo Brasileiro, mas sim um atrito entre a comunidade internacional e o governo imposto em Honduras. O Ministro disse ao repórter que somente em dois lugares do mundo há a discussão se a constituição hondurenha legitíma o golpe, os golpistas de Honduras e a oposição do Brasil, e que ninguém mais no mundo tem essa posição, já que a OEA (Organização dos Estados Americanos) e a própria ONU condenaram o golpe de Estado. “Não se pode tirar, em nenhum lugar do mundo, um presidente do poder com o cano de um fuzil na cabeça, expulsá-lo do país e dizer que agiu legitimamente.” reafirmando o discurso que o Governo brasileiro repete em uníssono.

Por Vítor Vasconcelos

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CELSO AMORIM COMENTA HONDURAS

outubro 12, 2009

Em entrevista exclusiva ao PRIMAL TIMES, o Ministro das Relações Exteriores Celso Amorim falou sobre a crise que está ocorrendo em Honduras.

Segundo ele, não há um impasse entre o governo brasileiro e o governo imposto em Honduras . “Existe um impasse se você quiser, mas eu espero que ele se desfaça em breve, entre toda a comunidade internacional, da qual o Brasil faz parte e os golpistas de Honduras”. Ainda segundo Amorim, o presidente legítimo de Honduras (Manuel Zelaya), terá que voltar ao poder antes das eleições e é por este motivo que a OEA (Organização dos Estados Americanos ) está no território hondurenho.“Não se pode tirar, em nenhum lugar do mundo, um presidente do poder com o cano de um fuzil na cabeça, expulsá-lo do país e dizer que agiu legitimamente”, disse o ministro. Ele defendeu a política externa brasileira “É um erro e uma falsa visão achar que existe uma política que não é politizada, agora politizada no sentido de necessariamente muito ideológica, eu não vejo deste maneira. Eu acho que houve nesses anos recentes é que o Brasil passou a tomar decisões muito firmes e mais ativas em relação a certos temas e isso tem provocado o que é saudável: mais debate. Isso reflete a própria democratização do país”.

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MINISTRO CELSO AMORIM COMENTA A SITUAÇÃO EM HONDURAS

outubro 12, 2009

A última sexta-feira foi marcada pela presença do Ministro das Relações Exteriores Celso Amorim, que durante uma entrevista com a equipe do PRIMAL TIMES, ocorrida no Minascentro, destacou alguns pontos importantes sobre o embate em Honduras e a posição do país em relação ao mesmo.

        Amorim acentuou o fato de que o Brasil agora toma decisões mais ativas e firmes em relação a certos temas, refletindo na própria democratização do país. Ele enfatiza a importância da política não ser discutida apenas pelas elites, mas sim por toda a população. Quanto ao suposto golpe político, ele afirmou que não existe um impasse entre o Governo brasileiro e o governo imposto em Honduras, e comentou “é importante que o presidente legítimo (Manuel Zelaya) retorne ao poder”. Por esse motivo, a OEA (Organização dos Estados Americanos) se encontra no local do conflito, numa tentativa de resolução do problema.

        Quando perguntado sobre o possível golpe de Estado, o ministro relatou “Não se pode tirar, em nenhum lugar no mundo, o presidente do poder com um cano de fuzil na cabeça, expulsá-lo do país e dizer que agiu legitimamente”. Para ele, primeiramente, houveram receios, mas se o golpe for verídico, o presidente deveria ter sido julgado através de métodos legais, e não por um Golpe Militar.

 Por Justine Oliveira e Paloma Souza – Comitê Imprensa – CS 2029

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MINISTRO CELSO AMORIM FALA SOBRE O CASO BRASIL E HONDURAS

outubro 12, 2009

Na última sexta-feira (9), durante a abertura da décima edição do MINI-ONU, promovido pela PUC Minas, no Minascentro, o Ministro das Relações Exteriores Celso Amorim se pronunciou sobre o conflito, afirmando que não há impasse entre os governos brasileiro e o imposto em Honduras, mas espera que esse atrito seja desfeito em breve.

Amorim reforça que é importante que o presidente deposto Manuel Zelaya, que se encontra atualmente na Embaixada Brasileira em Honduras, retorne ao poder, embora entenda que isso provavelmente se dê em um contexto posterior às eleições hondurenhas. Amorim também destaca o interesse desse retorno ao mencionar a presença da OEA (Organização dos Estados Americanos), a qual estuda maneiras possíveis para devolver o poder ao governo legítimo. O Ministro critica a posição dos golpistas hondurenhos, que não consideram o ato como Golpe Militar, afirmando que ninguém mais no mundo se posiciona dessa maneira e que não se pode depor, em nenhum lugar, um presidente “com um cano de fuzil na cabeça”, expulsá-lo do país e dizer que agiu legitimamente.

Segundo Amorim, supondo que Zelaya tenha ferido a Constituição de Honduras, teria de haver outros métodos legais e não o ato de expulsá-lo através de um Golpe Militar.

Por Raquel Hespanhol Ferraz e Débora Mini Almeida

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HONDURAS: GOLPE DE ESTADO OU NÃO?

outubro 12, 2009

Durante entrevista ao PRIMAL TIMES, na abertura do MINI- ONU 10 anos em Belo Horizonte (MG), o Ministro das relações exteriores Celso Amorim falou da importância do evento na formação de novos diplomatas. Segundo o ministro, a crescente democratização do debate revitaliza a tradicional estabilidade da política externa brasileira. “Eu acho muito importante que a política externa não seja algo só discutido entre as elites, muito menos que seja exclusivamente o trabalho de diplomatas. Temos que ter essas pessoas para realizar a diplomacia. É importante que a política externa não seja tabu.”, ressaltou.  Ainda, não perdeu a oportunidade de falar sobre a crise em Honduras, afirmando “Eu só conheço o debate que diz que a Constituição de Honduras não configura o ocorrido como Golpe de Estado.” Deve-se lembrar que o ocorrido em Honduras não feriu a Constituição, uma vez que serviu para evitar que seu então presidente o fizesse ao convocar um plebiscito, a fim de obter o direito de uma segunda reeleição. Como o Brasil apoiou e abrigou o presidente deposto de Honduras, foi possível assumir uma posição de destaque na crise local. Diferente dos Estados Unidos, o Brasil hoje ocupa uma posição bem definida sobre a crise de Honduras, que o define bem estruturado politicamente.

 Por Larissa Martins e Nathália Gomes

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CELSO AMORIM FALA SOBRE CASO HONDURAS

outubro 12, 2009

Em visita a Belo Horizonte, na ocasião da cerimônia de abertura do Mini-ONU 10 anos, o ministro Celso Amorim destacou a importância de reestabelecer valores democráticos na situação do suposto golpe militar em Honduras. “Não se pode tirar, em lugar nenhum do mundo, um presidente do poder com o cano de um fuzil na cabeça, expulsá-lo do país e dizer que agiu legitimamente”, disse. O Ministro das Relações Exteriores reconhece que existem dúvidas quanto a inconstitucionalidade do ato de Zelaya.

Apesar disso, reforça que não havia necessidade de retirá-lo do país de maneira tão desrespeitosa se, de fato, a constituição tivesse sido ferida. Tendo como base os fundamentos da democracia e reafirmando o direito eleitoral do povo hondurenho, o governo brasileiro apóia fortemente o retorno de Zelaya ao seu cargo. A atitude do presidente interino é claramente divergente quanto a postura da ONU e principalmente do Brasil que condena a quebra da democracia por um golpe militar.

Por Lorraine Reategui